Sylvia Plath
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro
Ergo as pálpebras e tudo volta a renascer
(Acho que te criei no interior da minha mente)
Saem valsando as estrelas, vermelhas e azuis,
Entra a galope a arbitrária escuridão:
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro.
Enfeitiçaste-me, em sonhos, para a cama,
Cantaste-me para a loucura; beijaste-me para a insanidade.
(Acho que te criei no interior de minha mente)
[...]
Imaginei que voltarias como prometeste
Envelheço, porém, e esqueço-me do teu nome.
(Acho que te criei no interior de minha mente)
Deveria, em teu lugar, ter amado um falcão
Pelo menos, com a primavera, retornam com estrondo
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro:
(Acho que te criei no interior de minha mente.)
tradução de Maria Luíza Nogueira
Um comentário:
Oi amiga!
Como estão as férias??
Deve estar uma loucura no seu trabalho por causa dos acontecimentos recentes, né??
Mas num fica assim... as coisas acontecem por um motivo. Nem sempre podemos entender, mas sempre há uma lição a se tirar.
Mas voltando ao texto, q por sinal é excelente... a jovem louca seria vc?? Ser for, quer dizer q vc está amando??? =)
Eu sei q eu estou amando... será q eu q sou a jovem louca (cara de Dorie pensativa: "ô consciencia, eu morri??")???
AMO VC!!!
Bjinhus!!!
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