10 de jun. de 2007

Como se Moço e Não Bem Velho Eu Fosse

Como se moço e não bem velho eu fosse,
Uma nova ilusão veio animar-me,
Na minh'alma floriu um novo carme,
O meu ser para o céu alcandorou-se.

Ouvi gritos em mim como um alarme.
E o meu olhar, outrora suave e doce,
Nas ânsias de escalar o azul, tornou-se
Todo em raios, que vinham desolar-me.

Vi-me no cimo eterno da montanha
Tentando unir ao peito a luz dos círios
Que brilhavam na paz da noite estranha.

Acordei do áureo sonho em sobressalto;
Do céu tombei ao caos dos meus martírios,
Sem saber para que subi tão alto...


Alphonsus de Guimaraens

2 comentários:

K disse...

sou o Felipe :)


gostei desse poema. de verdade.

:*

Anônimo disse...

Tbm gosto demais da Maíra. Num saibia q ela era tão especial!!!

Adoro qndo vc passa no meu fotolog!!!

Claro q sobreviveremos ao fim desse semestre... eu já tô entrando de férias aos poucos... as piores já foram!!! Ainda bem!!!

Acho q te vejo na 4a, né??

Bjunhus!!!